70% dos procedimentos estéticos no Brasil já são minimamente invasivos. Sandro Reis, da Porto, apresenta o lançamento do Odontox e explica por que o mercado odontológico está migrando de um modelo focado em tratamento para um ecossistema de prevenção, bem-estar e autoestima — e o que isso abre para o corretor.
Campainha, catálogo telefônico, telefone fixo, internet, IA — Fábio Maia, da Assim Saúde, faz uma retrospectiva improvável e divertida sobre como a prospecção mudou radicalmente e o que permanece constante: o relacionamento humano. Quem não for inteligente, vai ser só artificial.
Como equilibrar tecnologia, personalização e sustentabilidade financeira num mercado que se transforma o tempo todo? Denise Carvalho, da SulAmérica, traz a visão de uma seguradora centenária que chegou ao 1 milhão de clientes no Rio e que aposta no corretor como peça insubstituível dessa equação.
Em 10 anos, o consórcio dobrou de tamanho no Brasil. Hoje são 13 milhões de cotas ativas — e quase 10% da população economicamente ativa já consome o produto. Humberto Mazzotti, da Rodobens, explica as três grandes transformações que tornaram isso possível, por que o ciclo longo do consórcio (até 216 meses) é uma vantagem enorme para o corretor e como blindar o cliente antes que o banco chegue primeiro.
Suzane Rodrigues, Gerente de Produto Auto da Porto, apresenta como o uso inteligente de dados pode transformar o corretor em consultor estratégico — e mudar para sempre a relação do cliente com o seguro.
O cliente chegou mais esperto, pesquisa com IA e sabe quando uma marca está empurrando venda. Taylane Thomaz, da Segbox, explica como a hiperpersonalização, o Open Insurance e o conteúdo educativo estão mudando a forma de prospectar e se relacionar no mercado de seguros — e por que o corretor que conseguir unir dados, tecnologia e conteúdo vai sair na frente.
O banco ataca o canal corretor oferecendo seguros. Mas o corretor tem algo que nenhum banco consegue replicar: o relacionamento real e os dados privilegiados do cliente. Lucas Cristino, do Porto Bank, explica como o consórcio é a porta de entrada para o corretor se posicionar como consultor financeiro completo — com consórcio, financiamento, crédito com garantia e previdência no mesmo portfólio.
A tecnologia não veio para substituir o corretor — veio para multiplicar sua presença. César Hartman, da Allianz, mostra como a inteligência artificial já está transformando o cross-sell no seguro de vida, chegando no momento certo da vida do cliente e abrindo espaço para mais relacionamento real.
O problema hoje não é mais morrer cedo — é envelhecer sem planejamento. Rosângela Spak, da Tokio Marine, apresenta dados sobre o aumento da expectativa de vida no Brasil e explica como o corretor pode transformar esse cenário em oportunidade real, chegando antes que o banco chegue.
Apenas 18% dos brasileiros têm seguro de vida — e grande parte desse mercado ainda está em aberto. Milena Viana, da MetLife, mostra como as coberturas em vida já representam 65% das indenizações pagas, e como o corretor pode usar isso para fidelizar clientes, fazer crossell e se posicionar como consultor de longo prazo.