Apenas 18% dos brasileiros têm seguro de vida — e grande parte desse mercado ainda está em aberto. Milena Viana, da MetLife, mostra como as coberturas em vida já representam 65% das indenizações pagas, e como o corretor pode usar isso para fidelizar clientes, fazer crossell e se posicionar como consultor de longo prazo.
Apenas 5% das obras brasileiras têm seguro de risco de engenharia. Com quase R$ 1 trilhão investido no PAC desde 2023, obras do Minha Casa Minha Vida, energia solar, eólica e saneamento básico, o mercado está enorme — e praticamente inexplorado. Diego Alves, da Yelum, explica como o corretor pode entrar nesse segmento, quais são as mais de 30 coberturas disponíveis e por que o preço do seguro muitas vezes equivale ao de um seguro de auto para um prédio de R$ 40 milhões.
O cliente chegou mais esperto, pesquisa com IA e sabe quando uma marca está empurrando venda. Taylane Thomaz, da Segbox, explica como a hiperpersonalização, o Open Insurance e o conteúdo educativo estão mudando a forma de prospectar e se relacionar no mercado de seguros — e por que o corretor que conseguir unir dados, tecnologia e conteúdo vai sair na frente.
Emanuel Nascimento, Superintendente Executivo da Bradesco Seguros, analisa o crescimento acelerado do mercado premium, a invasão dos elétricos chineses e como o seguro passou a ser um fator decisório na compra do veículo.
O corretor que não fala de vida não perde só receita — perde relevância. Marcelo Oliveira, da Icatu, explica como o corretor de auto pode dar o primeiro passo para o seguro de vida de forma natural, e por que quem liquida um sinistro de vida cria um vínculo que dura gerações.
70% dos procedimentos estéticos no Brasil já são minimamente invasivos. Sandro Reis, da Porto, apresenta o lançamento do Odontox e explica por que o mercado odontológico está migrando de um modelo focado em tratamento para um ecossistema de prevenção, bem-estar e autoestima — e o que isso abre para o corretor.
Uma câmera detectou o motorista dormindo, acendeu a sirene dentro do caminhão e evitou uma colisão. Esse é o novo seguro de frota. Lívia Prata, Diretora de Frota da Allianz, explica como a combinação de telemetria e inteligência artificial está mudando a lógica do setor — de indenizar perdas para prever e prevenir riscos — e por que a informação que o corretor traz sobre o cliente é o que torna o preço mais competitivo e o seguro mais eficiente.
Suzane Rodrigues, Gerente de Produto Auto da Porto, apresenta como o uso inteligente de dados pode transformar o corretor em consultor estratégico — e mudar para sempre a relação do cliente com o seguro.
O cliente chegou sabendo o que é consórcio, pesquisou com IA e quer um consultor — não um vendedor. Karine Henrique, do Porto Bank, mostra como o corretor que domina multiprodutos (consórcio, financiamento, CGI, previdência) passa a ser o planejador estratégico do cliente, apresenta o novo produto Data Certa e explica por que quem não oferta consórcio está deixando o cliente experimentar o produto com o banco concorrente.
Em 10 anos, o consórcio dobrou de tamanho no Brasil. Hoje são 13 milhões de cotas ativas — e quase 10% da população economicamente ativa já consome o produto. Humberto Mazzotti, da Rodobens, explica as três grandes transformações que tornaram isso possível, por que o ciclo longo do consórcio (até 216 meses) é uma vantagem enorme para o corretor e como blindar o cliente antes que o banco chegue primeiro.